PR 2.0, um passo além do óbvio…

Em um post anterior, “PR 2.0 for dummies”, eu falei dos princípios que regem essa nova tendência. Para quem leu e se interessou, vale ler o texto abaixo. Se quiser ir um pouco além, acesse a apresentação “PR 2.0, uma nova visão”, no Slideshare.

Vocês sabem o que está implícito sob termo 2.0? Quem veio do mundo de software sabe que 2.0 é a versão que se segue à 1.0, que é sempre uma porcaria, quase um mock up. Com base na chiação dos usuários pioneiros da versão 1.0, as software houses produzem um versão melhor, com todos os bugs corrigidos e mais sugestões dos usuários implementadas, que é a versão 2.0. Ou seja, qualquer coisa 2.0 é algo passado a limpo e sempre melhor que o 1.0.

Hoje falamos em Atitude 2.0, que significa um jeito moderno de se relacionar com o mundo. O cidadão 2.0 é aberto, interativo, colaborativo e participa em várias comunidades. Levando a Atitude 2.0 para o PR 2.0, isso significa:

  • Uma nova tendência;
  • Onde cada um ainda entende à sua maneira (e ninguém totalmente está certo, nem totalmente errado);
  • As visões ainda são incompletas (são “manchas”).

O PR 2.0 é visto por muitos como:

  • Um blog corporativo, ou…
  • Releases online, cheios de links, ou…
  • Publicação de notícias em sites de redes sociais (Orkut, Ning), ou…
  • Publicação de conteúdos em sites de media sharing (YouTube, SlideShare, Flickr), ou ainda…
  • Envio de releases para blogueiros.

Tudo isso é parcialmente PR 2.0. PR 2.0 na verdade significa oferecer uma informação pela web, enquanto a mesma informação pode estar sendo oferecida à uma mídia tradicional, via assessoria de comunicação. Ou seja, a mesma informação pode ser “empacotada” de formas diferentes para endereçar diversos públicos: podemos fazer dela um post no blog corporativo da empresa, publicá-la num Social Media Newsrom na forma de um Social Media Release, fazer seeding da informação nas comunidades web relevantes e, paralelamente, vende-la como uma pauta via assessoria de imprensa.

Num futuro, não muito remoto, as informações in natura serão lidas quase que exclusivamente nas mídias sociais. Em nossa visão, caberá à mídia tradicional, impressa ou online, vender a análise das notícias. O acesso puro e simples às notícias caberá às mídias sociais, nas sua mais diversas categorias.

Tudo isso pode parecer meio maluco e futuristico, mas não é. Ve ja alguns números surpreendentes sobre as audiências de mídias no Brasil:

Você quer entender melhor ainda o PR 2.0? Mergulhe de cabeça nas redes sociais, crie seu blog, entre no Twitter, compartilhe fotos no Flickr, ou vídeos no YouTube, se relacione no LinkedIn, ou seja, torne-se um cidadão 2.0.

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