Comer bem e muito relativo (III)

Amigos, estou de novo no aeroporto de Barajas, Madrid, oito dias depois, desta vez esperando o vôo da TAM de volta ao Brasil.

Inicialmente eu pensei em fazer um post sobre a viagem a Portugal, como um da serie “Comer bem é muito relativo”. Mas ao final tivemos tantas passagens divertidas, comemos coisas tão boas e bebemos tantos vinhos, que achei que a experiência mereceria uma serie de blogadas. Essa serie vai se chamar “UM TURISTA ACIDENTAL EM PORTUGAL” e constara de 5 posts:

  1. “A estranha, mas linear, lógica portuguesa” – neste post, além de brincar um pouco com a ingenuidade portuguesa, vou aproveitar para comentar rapidamente onde ir e onde comer em Lisboa, para aqueles que nunca passaram por la.
  2. “Indo pro céu com a Maria do Céu” – neste post descreverei a hilária viagem que tivemos entre Lisboa e o Douro, a bordo de nossa fantastica Range Rover Sport (esse carro a diesel, alugado, me surpreendeu pelo silêncio e pela forma como mandou muito bem tanto na cidade, como nas estradinhas de montanha). No caminho, alem de comermos o melhor cabrito assado de Portugal, tambem nos divertimos muito com pequenos incidentes.
  3. “Fazendo a vindimia com Dna Maria Manuel Cyrne” – neste post descreverei um pouco do Douro (uma experiencia única), seus vilarejos, o resort mais sofisticado da Europa e os excepcionais restaurantes da região. Tivemos a chance de participar de uma vindimia (colheita das uvas, que é diferente da lagarada – amassamento) na Quinta dos Viscondes da Varzea, acompanhados de sua proprietária, a impagável Dna Maria Manuel Cyrne (descendente de Pedro Alvares Cabral).
  4. “O Porto, nossa porta de saída de Portugal” – neste post contarei um pouco de nossas experiências no Porto, os passeios e os melhores restaurantes.
  5. “Os vinhos de Portugal” – o grande objetivo desta viagem era tomar “todos os vinhos de Portugal”. Eu e meu assistente (e genro), o Eid, quase conseguimos. Se não tomamos todos, pelo menos aprendemos sobre as novidades em vinhos portugueses, comparamos os vinhos A e B das 3 principais casas (Fundação Don Eugenio – Pera Manca, Quinta do Vale do Meão e Casa Ferreirinha – Barca Velha) e aprendemos as complicadas regras para distinguir os vinhos do Porto. Acho que este post será o grande fecho da série.

Aguardem!!!

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